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	<title>teatro &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/teatro/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "teatro"</description>
	<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 14:10:31 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Carlos Lyra chora ao cantar em Pobre Menina Rica emocionando a platéia]]></title>
<link>http://paulamedeiros.wordpress.com/?p=37</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 13:58:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>paulamedeiros</dc:creator>
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<description><![CDATA[


Para completar a semana de eventos, shows e espetáculos homenageando os 50 anos da Bossa Nova, n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing"><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0     false false false  EN-US X-NONE X-NONE              MicrosoftInternetExplorer4              &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;                                                                                                                                            &#60;![endif]--></p>
<p class="MsoNoSpacing"><a href="http://paulamedeiros.files.wordpress.com/2008/07/img_1043.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-38" src="http://paulamedeiros.wordpress.com/files/2008/07/img_1043.jpg?w=300" alt="" width="300" height="200" /></a><span style="font-size:12pt;" lang="PT-BR"><br />
</span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:12pt;" lang="PT-BR">Para completar a semana de eventos, shows e espetáculos homenageando os 50 anos da Bossa Nova, na terça-feira, 27 de maio, Carlos Lyra participou na peça teatral, “Pobre Menina Rica”, de sua autoria com parceria de Vinícius de Morais. Sua participação foi simplória, mas emocionante – tanto para a platéia quando para o próprio músico, que declarou ficar comovido ao ver “Esses músicos e artistas maravilhosos tomando conta do meu bebê”. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:12pt;" lang="PT-BR">A peça foi escrita em 1963 e os próprios Carlos e Vinícius, juntamente com Nara Leão no papel da Pobre Menina Rica, eram os atores da comédia-musical que conta a historia de amor entre o Mendigo Poeta e a Pobre Menina Rica. A peça retrata os dois lados da sociedade carioca dos anos 60, com todo o seu glamour e suas contradições sociais, onde o centro da narração é a força do amor entre a Pobre Menina Rica e o Mendigo Poeta, uma ousadia também refletida na modernização da música brasileira daquela época.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:12pt;" lang="PT-BR">A montagem apresentada na Canning House, que contou com a participação especialíssima de Lyra, foi interpretada por Gui Tavares (violão e voz) – assinando também a produção musical –, Maria O’Connnel (voz), Rogério Corrêa (voz) e Uirá Cairo (percussão). Interpretada em inglês, mas sem perder o seu charme original.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><a href="http://paulamedeiros.files.wordpress.com/2008/07/img_1170.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-39" src="http://paulamedeiros.wordpress.com/files/2008/07/img_1170.jpg?w=128" alt="" width="128" height="85" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alto nível no Fitub]]></title>
<link>http://costadessouza.wordpress.com/?p=291</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 13:32:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>costadessouza</dc:creator>
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<description><![CDATA[Pelo que vi nos dois anos anteriores, começou com alto padrão a Mostra Universitária, que trouxe ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo que vi nos dois anos anteriores, começou com alto padrão a Mostra Universitária, que trouxe sábado "Balada de um palhaço", da UCG (GO) e ontem "Corra", da UFPE (PE).</p>
<p>Ainda não vi o melhor ator nem a melhor atriz do festival, mas Marcelo Oliveira, por "Corra", é candidato ao prêmio de Melhor Diretor. O grupo também pode levar o prêmio pela iluminação.</p>
<p>Algumas considerações e avaliações dos espetáculos:</p>
<h2>Mostra Universitária</h2>
<p><strong>Corra</strong></p>
<p>As cenas da conversa no msn e do sexo virtual valem o ingresso. Engraçadíssimo e de fácil identificação com o público. Extremamente contemporânea, com cada ator representando muitos papéis e mudando de um para outro rapidamente. A genialidade da direção está em, algumas vezes, um ator contracenar com outro como se estivesse olhando para o outro, mas os dois estão em posições diferentes do palco. Essa conversa dividida é entremeada por uma fala de um ator-narrador, que logo vira personagem e cria um jogo dinâmico na cena. Faltou ao grupo, responsável também pela dramaturgia, interligar melhor a parte final com o início. As primeiras cenas, muito cômicas e de crítica à tecnologia, foram para outra linha, mais confusa e de difícil identificação com a platéia, e empurraram o espetáculo para baixo.</p>
<p>Notas de 0 a 5</p>
<p>Impressão geral (como saí da peça) - 3</p>
<p>Direção - 5</p>
<p>Atuações - 3</p>
<p>Iluminação - 5</p>
<p>Sonoplastia - 4</p>
<p>Figurino - 2</p>
<p>Cenário - 4</p>
<p>Dramaturgia - 3</p>
<p>Média geral - 3,5</p>
<p><strong>Balada de um palhaço</strong></p>
<p>Linda, divertida, e cheia de malabarismos. O texto do grande Plínio Marcos conta a história de um palhaço que quer trabalhar com a alma.  Tocante história, mostrada com muitas ações paralelas ao texto, que dão a graça e o pique das cenas. Os dois atores fazem movimentos abertos para dialogar pisando em cima do outro ou apoiado nos pés do ator que se deita e põe as pernas pra cima, criando imagens bonitas que completam uma bela produção de cenário e figurino, inspiradas no circo.</p>
<p>Impressão geral - 4</p>
<p>Direção - 4</p>
<p>Atuações - 4</p>
<p>Iluminação - 4</p>
<p>Sonoplastia - 3</p>
<p>Figurino - 5</p>
<p>Cenário - 4</p>
<p>Dramaturgia - 4</p>
<p>Média geral - 4</p>
<h2>Outras atrações do Fitub</h2>
<p><strong>Cien Pedacitos de Mi Arenero</strong></p>
<p>Obrigado, Furb, pelas legendas colocadas na parede ao lado do proscênio, que me fizeram entender essa brincadeira de menino. Quatro homens matam suas respectivas esposas e passam a viver com uma amargura intercalada por sarcasmo, risadas e muito companheirismo. Lutam entre si, dormem abraçados e cantam canções melancólicas com muita atenção ao tom e ao andamento da múscia, em atos cômicos que lembram instantaneamente os encontros entre homens. Belíssima manifestação do masculino, recheada de reflexões filosóficas. A peça volta a ser apresentada amanhã, às 19h, no Sesc da Rua Amadeu da Luz.</p>
<p>Impressão geral - 5</p>
<p>Direção - 4</p>
<p>Atuações - 5</p>
<p>Iluminação - 4</p>
<p>Sonplastia - 4</p>
<p>Figurinos - 5</p>
<p>Cenário - 3</p>
<p>Dramaturgia - 5</p>
<p>Média geral - 4,5</p>
<p><strong>Larvárias</strong></p>
<p>Um dos cenários mais belos que já vi, simulando um óvulo. Conta comlirismo o momento da concepção. Peça sem falas, com os atores usando máscaras e exibindo uma invejável preparação corporal. Muito devagar em várias cenas, a peça provocou cochilos em boa parte da platéia.</p>
<p>Impressão geral - 2</p>
<p>Direção - 3</p>
<p>Atuações - 4</p>
<p>Iluminação - 2</p>
<p>Sonoplastia - 3</p>
<p>Figurinos - 4</p>
<p>Cenário - 5</p>
<p>Dramaturgia - 4</p>
<p>Média geral - 3,5</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[COMO UMA SUPERSTIÇÃO SE TORNA RELIGIÃO - por janos biro]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2750</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 13:19:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2750</guid>
<description><![CDATA[1. As pessoas que foram atropeladas enquanto atravessavam a rua não estavam segurando o nariz. Logo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;">1. As pessoas que foram atropeladas enquanto atravessavam a rua não estavam segurando o nariz. Logo, quem não segura o nariz na hora de atravessar a rua é atropelado.</p>
<p>2. Quem não segura o nariz na hora de atravessar a rua nem sempre é atropelado, mas não vale a pena arriscar.   <br />
 </p>
<p>3. Quem não segura o nariz na hora de atravessar a rua pode não ser atropelado nunca, mas ainda vai sofrer muito por causa disso.</p>
<p>4. Quem segura o nariz na hora de atravessar a rua ainda pode ser atropelado misteriosamente, mesmo tomando muito cuidado, porque não segurou o nariz com convicção.</p>
<p>5. Quem não segura apropriadamente o nariz na hora de atravessar a rua pode achar que está segura e feliz, mas não está. Por dentro essa pessoa sente um vazio.</p>
<p>6. Quem segura apropriadamente o nariz na hora de atravessar a rua não só não será atropelado como se torna uma pessoa mais feliz e mais ética.</p>
<p>7. Algumas pessoas perdidas dirão que não é necessário segurar o nariz na hora de atravessar a rua, mas apenas tomar cuidado. Elas não sabem o que estão dizendo, tenha pena delas e segure seu nariz por elas na hora de atravessar a rua.</p>
<p>8. Se você for atropelado enquanto atravessa a rua segurando seu nariz apropriadamente, isso aconteceu por um bem maior, e de qualquer forma você vai ser mais feliz assim. O que é realmente importante é que você segure o nariz apropriadamente na hora de atravessar a rua, porque é o mínimo que podemos fazer em respeito a todos que não seguraram o nariz e morreram. Se você morrer enquanto segura o nariz apropriadamente, você ainda vai ser mais feliz numa outra vida, que de qualquer forma é melhor que essa, então não se preocupe, não discuta e não pense demais sobre isso, apenas faça!</p>
<p>9. Uma força superior enviou seu único filho para morrer apenas para nos ensinar a segurar o nariz apropriadamente na hora de atravessar a rua, por isso devemos respeito e submissão completa.</p>
<p>10. Dar seu dinheiro para nós é uma forma de mostrar que você realmente está comprometido em segurar o nariz apropriadamente ao atravessar a rua, tanto que você nem precisa segurar mesmo, o importante é que você vai ser recompensado ficando rico como nós.</p>
<p>11. O universo tem um único propósito: Fazer os seres evoluírem para formas capazes de segurar o nariz na hora de atravessar a rua com cada vez mais perfeição.</p>
<p>Se você quiser incluir alguma outra religião, fique à vontade.</p>
<p>                                                <a href="http://palavrastodaspalavras.files.wordpress.com/2008/07/prozac-foto-image1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2749" src="http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/files/2008/07/prozac-foto-image1.jpg?w=225" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>                                                   sem crédito. ilustração do site.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SET em segunda edição]]></title>
<link>http://avidaeumpalco.wordpress.com/?p=6</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 11:44:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>josefreitas2</dc:creator>
<guid>http://avidaeumpalco.wordpress.com/?p=6</guid>
<description><![CDATA[A segunda edição do Festival SET começa hoje, prolongando-se até 13 de Julho.
Vão ser 47 espect]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A segunda edição do Festival SET começa hoje, prolongando-se até 13 de Julho.</p>
<p>Vão ser 47 espectáculos, de entrada livre, que durante sete dias animam teatros, jardins, metro e espaços públicos do Porto.</p>
<p>Organizada pela Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (ESMAE), a II Semana das Escolas de Teatro quer ser espaço de divulgação do trabalho dos jovens actores do país, aproximando-se do público e potenciando a troca de experiências entre alunos de teatro e de cursos ligados à área teatral.</p>
<p>A segunda edição do festival, promovida pela ESMAE e Porto Lazer, conta com a participação de 13 escolas, mais duas do que em 2006.</p>
<p><a class="alignleft" title="Site Oficial" href="http://www.esmae-ipp.pt/set/" target="_blank">http://www.esmae-ipp.pt/set/</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Festival "PRIMITIVO - La Provincia dei Suoni"]]></title>
<link>http://pierrotweb.wordpress.com/?p=99</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 11:26:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>pierrotweb</dc:creator>
<guid>http://pierrotweb.wordpress.com/?p=99</guid>
<description><![CDATA[Causa la violentissima tromba d’aria abbattutasi il 27 giugno sulla collina di Castel del Monte il]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Causa la violentissima tromba d’aria abbattutasi il 27 giugno sulla collina di Castel del Monte il concerto di <strong>Sakamoto &#38; Fennesz</strong> è stato definitivamente cancellato per l’impraticabilità delle strutture (in parte distrutte) e per l’impossibilità di prolungare il breve tour europeo (8 concerti in tutto) a causa di impegni già contrattualizzati da parte degli artisti e del loro staff.<br />
L’appuntamento previsto nel calendario di <strong>Primitivo 2008</strong> viene pertanto sostituito con il concerto del rocker newyorchese <strong>ELLIOTT MURPHY</strong> e della sua band <strong>domenica 27 luglio alle 21:00 in Piazza Duomo ad Andria</strong>, ingresso gratuito.</p>
<p>Per completezza segnaliamo gli altri appuntamenti del festival "<strong>PRIMITIVO - La Provincia dei Suoni</strong>" che si propone come la manifestazione di punta della Provincia di Bari per l'estate 2008; una rassegna che vanta nomi fondamentali e grandi personaggi della musica mondiale, le cui performance verranno inserite in alcune splendide location della Terra di Bari.</p>
<p><strong>&#62; WILLY DEVILLE</strong><br />
<strong><em>Sabato 12 luglio RUVO DI PUGLIA, Piazza Delle Monache h.21,00</em></strong></p>
<p><strong>&#62; </strong><strong>TERESA SALGUEIRO - MADREDEUS “Lusitania”</strong><br />
<strong><em>Sabato 25 luglio PUTIGNANO Piazza Plebiscito h.21,00</em></strong></p>
<p><strong>&#62; </strong><strong>GIOVANNI SOLLIMA</strong><br />
<strong><em>Lunedì 4 agosto ALBEROBELLO Trullo Sovrano h.21,30</em></strong></p>
<p><strong>&#62; </strong><strong>ALESSANDRA CELLETTI</strong> <em>(Sostituisce il concerto di JOHN TRUDELL)</em><br />
<strong><em>Martedì 5 agosto POLIGNANO A MARE Piazza San benedetto h.21.30</em></strong></p>
<p><strong>&#62; </strong><strong>MACEO PARKER</strong><br />
<strong><em>Venerdì 15 agosto GIOVINAZZO Piazza Vittorio Emanuele h.21,30</em></strong></p>
<p>Altre notizie su <a href="http://www.timezones.it" target="_blank">www.timezones.it</a></p>
<p><em>Danilo Macina</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[I fell in love with Mackie Messer]]></title>
<link>http://incertezzacreativa.wordpress.com/?p=220</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 10:58:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>lgemini</dc:creator>
<guid>http://incertezzacreativa.wordpress.com/?p=220</guid>
<description><![CDATA[
Non poteva inziare meglio la serie di performance che occuperà parte del mio mese di luglio e di u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://incertezzacreativa.files.wordpress.com/2008/07/opera-da-tre-soldi.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-221" src="http://incertezzacreativa.wordpress.com/files/2008/07/opera-da-tre-soldi.jpg?w=294" alt="" width="294" height="294" /></a></p>
<p>Non poteva inziare meglio la serie di performance che occuperà parte del mio mese di luglio e di un certo "dolcemente viaggiare".</p>
<p><a href="http://it.wikipedia.org/wiki/Bertolt_Brecht">Bertolt Brecht</a>, <em>L'opera da tre soldi</em> con la <a href="http://www.berliner-ensemble.de/index_aktuell.htm">Berliner Ensemble </a>diretta da <a href="http://it.wikipedia.org/wiki/Robert_Wilson">Bob Wilson </a>al <a href="http://www.festivaldispoleto.com/interno.asp?id_dettaglio=68&#38;id=9&#38;lang=">festival di Spoleto</a>, ieri.</p>
<p>L'esortazione di Brecht a fare del buon teatro un teatro divertente è colta e resa perfettamente: nel rigore del testo e della potenza epica del teatro miscelata nell'estetica di Wilson e nella bravura assoluta dei Berliner. Nelle immagini così come nelle citazioni - Chaplin e Betty Boop - nel cabaret (torna alla memoria quello cinematografico di Bob Fosse) e nel luna park, nell'ambiguità ammiccante e nel burlesque, nei rimandi all'espressionismo (Grosz) e nella musica di <a href="http://it.wikipedia.org/wiki/Kurt_Weill">Weil</a> rigorosamente suonata dal vivo.</p>
<p>Una giornata indimenticabile per me, <a href="http://lamemoriadellecose.wordpress.com/about/">Roberta</a>, <a href="http://luoghisensibili.wordpress.com/about/">Fabio</a>, Giovanni mio cognato e Annagrazia, mia sorella, che mi ha mandato questo articolo di Sergio Colomba e che dice molto di quello che ci serve sapere.</p>
<p><a href="http://incertezzacreativa.files.wordpress.com/2008/07/articolo-opera3solti.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-222" src="http://incertezzacreativa.wordpress.com/files/2008/07/articolo-opera3solti.jpg?w=300" alt="" width="300" height="212" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hóspedes Indesejados]]></title>
<link>http://arhcoelho.wordpress.com/?p=293</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 09:14:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ana Coelho</dc:creator>
<guid>http://arhcoelho.wordpress.com/?p=293</guid>
<description><![CDATA[Está simplesmente genial&#8230;
Ontem à noite, no âmbito do Festival de Teatro de Almada, fui ass]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Está simplesmente genial...<br />
Ontem à noite, no âmbito do Festival de Teatro de Almada, fui assistir à peça <strong>Hóspedes Indesejados</strong> da Comuna e digo-vos FANTÁSTICO.<br />
É incrível como o teatro nos consegue mergulhar em gargalhadas de identificação e nostalgias. Com um cenário simples, estes actores e actrizes fazem de 1h20 um mundo de sensações.<br />
Recomendo vivamente, se ainda o encontrarem em cena!!!</p>
<p>Beijocas</p>
<p><a href="http://arhcoelho.files.wordpress.com/2008/07/mupi_hi_150220.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-294" src="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/07/mupi_hi_150220.jpg" alt="" width="149" height="220" /></a></p>
<h5><em>"Hóspedes indesejados", apresenta um conjunto de situações quotidianas que retratam as relações familiares entre adultos e crianças, revelando não só o confronto entre gerações como também os conflitos internos de cada um.</em><em>O modo como desejos, aspirações e expectativas, se moldam às diferentes fases da vida é tornado ainda mais evidente na forma como as personagens se relacionam com os seus pais e/ou filhos. O choque entre realidades distintas, as relações de amor/ódio, a troca de papéis, as ilusões e desilusões de um mundo cada vez mais exigente e marcado pela necessidade de adopção de ideais artificiais, alimentados pelos media.</em><em>O núcleo familiar é assim ponto de partida para um conjunto de situações equívocas, divertidas e por vezes surpreendentes, onde se revelam os afectos das relações familiares e se mostra como expectativas e desilusões se tornam comuns, quando se procura resolver a insatisfação do eu, através da projecção de ideais de perfeição sobre o outro.</em></p>
<p><em>Este é um retrato contemporâneo de relações afectivas estruturais e paradoxais, reproduzido de forma incisiva, divertida e inspiradora através de imagens que todos reconhecemos.</em></p>
<p><em>Quatro actrizes e quatro actores, juntam-se para representar um texto cheio de humor corrosivo, onde se constatam problemas do quotidiano e em que a amargura, a ternura e o sonho se misturam e completam.</em></h5>
<p>in <a href="http://www.teatrocomuna.com/html/cena.php">Teatro Comuna</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pipoca estilo anos 50!]]></title>
<link>http://internetetec.wordpress.com/?p=975</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 04:43:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>»亇૭ηy ßŁДcк «</dc:creator>
<guid>http://internetetec.wordpress.com/?p=975</guid>
<description><![CDATA[
Fiquei acho que uma semana sem postar O.O Foi a escola.. !! Cheio de trabalhos, e no final das cont]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-976 aligncenter" src="http://internetetec.wordpress.com/files/2008/07/pipoqueira2.jpg" alt="" width="420" height="100" /></p>
<p><span style="color:#ff0000;">Fiquei acho que uma semana sem postar O.O Foi a escola.. !! Cheio de trabalhos, e no final das contar, o professor nem viu ¬¬ Agora que estou de férias, e meu amigo Peu (que fez propaganda de 2 blogs, sendo que os 2 são meus também ¬¬) vai me ajudar =D</span></p>
<p>Você está procurando uma pipoqueira com design retro de uma jukebox dos anos 50, mas com tecnologia high-tech? Provavelmente não!</p>
<p>Mas se este for o seu sonho de consumo você pode conferir a “Pop-O-Matic Juke Box Popcorn Maker” com acabamento cromado.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://internetetec.files.wordpress.com/2008/07/pipoqueira1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-978 aligncenter" src="http://internetetec.wordpress.com/files/2008/07/pipoqueira1.jpg?w=128" alt="" width="128" height="81" /></a></p>
<p>A Pop-O-Matic além do visual diferente também faz pipoca de uma maneira mais saudável usando ar quente, sem necessidade de óleo ou manteiga. É uma pena que ela não funcione como uma jukebox verdadeira e toque um rock dos anos 50.</p>
<p>A Pop-O-Matic custa US$49,95 na loja <a href="http://richardsolo.com/index.asp?PageAction=VIEWPROD&#38;ProdID=250">RichardSolo</a>.</p>
<p style="text-align:right;"><a href="http://digitaldrops.com.br/drops/2008/07/pipoca-com-design-dos-anos-50.html"><em>Redação Digital Drops</em></a></p>
<p><span style="color:#ff0000;">Juro que pra mim, as únicas pipoqueiras usadas eram em cinema/teatros/etc! hehe :)</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O POEMA de BASHÔ e o ZEN - pelo mestre h. masuda goga]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2743</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 03:55:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2743</guid>
<description><![CDATA[Quase todos os que estudam o haicai acreditam que Bashô escreveu seus poemas de acordo com a ilumin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size:12pt;">Quase todos os que estudam o haicai acreditam que Bashô escreveu seus poemas de acordo com a iluminação Zen. Portanto, pensam que o haicai é uma poesia que nasceu do zen-budismo. Mas o próprio Bashô disse que não era bonzo nem adepto da seita Zen, apesar da grande amizade com o bonzo Bucchô.</span></div>
<div><span style="font-size:12pt;">Pode-se dizer que Bashô foi espiritualmente influenciado pelo bonzo amigo de forma profunda, tendo a sua atitude perante a arte tornado-se cada vez mais rigorosa e séria. Ele ficou sensibilizado pelas vicissitudes não só da vida humana, mas também dos outros seres vivos que habitam o universo.</span></div>
<div><span style="font-size:12pt;">O saudoso bonzo zen Ryohan Shingu discorreu certa vez em artigo sobre a "tranqüilidade". Esta é uma virtude do zen-budismo. Pensamos que Bashô queria expressar no famoso haicai da rã um ambiente de quietude, inspirado pelo súbito acontecimento da natureza: um salto de rã na água de um velho tanque.</span></div>
<p><span style="font-size:12pt;">Certa vez, lemos que este haicai foi criticado por Kikaku, um de seus discípulos, que sugeriu o termo "yamabuki" (um tipo de rosa) no lugar de "velho tanque". Mas o Mestre preferiu o original, reforçando sua sensibilidade poética ao referir-se à quietude que enfrentava e ao mesmo tempo apreciava.</p>
<p>Reconhecemos a influência do budismo no poema de Bashô, mas o haicai por si mesmo não é Zen ou produto artístico do Zen.</p>
<p>COMPLEMENTO:</p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<div class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;">Perguntar a um mestre se o que ele pratica é Zen pode deixá-lo zangado ou simplesmente mudo. "O que você entende por Zen?", ele poderá perguntar. Em sua racionalidade, você discorrerá sobre as teorias expostas nos livros. "Se é isso que você pensa ser Zen, então o que eu faço não é Zen", responderá ele.</span></div>
<p><span style="font-size:10pt;">Conceituar qualquer arte como Zen é levar o Zen ao nível mais baixo. Certa ceramista objetivou o Zen na forma e na queima das peças. O comportamento "Zen" dessa ceramista era justamente descobrir as formas no próprio processo de transformação. Cada peça nascia quando da manipulação da matéria-prima pela artista, de maneira completamente não-intencional.</p>
<p>"Como posso chamar a minha arte de Zen se nem ao menos sei o que vou criar?", irritou-se ela, ao ser abordada por jornalistas. Afirmar que uma arte é Zen é possuir uma idéia pré-concebida. No momento em que isso ocorre, aquela arte deixa de ser Zen. Em outras palavras, quando afirmo "aqui está vazio", o "vazio" desaparece.</p>
<p><strong><em>Francisco Handa<br />
</em>O que é Zen<br />
<em>Editora Brasiliense</em></strong></p>
<p></span></p>
<p><a href="http://palavrastodaspalavras.files.wordpress.com/2008/07/as-maos-do-girassol-girassol.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2744" src="http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/files/2008/07/as-maos-do-girassol-girassol.jpg" alt="" width="495" height="466" /></a></p>
<address> sem crédito. ilustração do site.<span style="font-size:12pt;"> </span></address></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[COMO ACABAR COM A VIOLÊNCIA NA ESCOLA - por vicente martins]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2742</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 03:42:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2742</guid>
<description><![CDATA[Encontro-me com um grupo de professores da educação básica. O bate-papo é inicialmente informal ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-indent:35.4pt;"><em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Encontro-me com um grupo de professores da educação básica. O bate-papo é inicialmente informal e ameno. Aos poucos, porém, a conversa torna-se </span></em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">confragosa, crua e empedrouçada. Ouço, atento, o relato das <em>dificuldades pedagógicas dos mestres, em sala de aula, sobretudo as relacionadas ao ensino e à aprendizagem da leitura, escrita e ortografia. Logo me incomoda a descrição da escola enquanto </em>palco de situações de violência. A violência escolar nas escolas, públicas e privadas, é um problema pedagógico. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span> </span>Diretores e professores de escolas públicas me descrevem, apavorados, ocorrências de depredações dos prédios, casos de arrombamento de salas e laboratórios, ameaças e casos de detenções ou prisões e, não poucas vezes, situações de constrangimento e amedrontamento envolvendo pais, professores e alunos.<span>  </span></span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span> </span>Um professor me diz que a situação está tão grave que um puxão ou uma tapinha entre alunos, dentro ou fora da escola, já pode<span>  </span>não ser sinal de uma simples brincadeirinha infanto-juvenil, mas de safanão<span>  </span>que logo será desferido contra o colega de sala, a ser deflagrado com intenção de dano físico, moral e requinte de perversidade <span> </span>Agora, uma pergunta advém: em que <span> </span>a universidade pude ajudar as escolas públicas? Onde podemos encontrar, na Academia, respostas concretas para uma situação real e preocupante das escolas públicas?</span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Uma solução simplista, imediata e necessária é, decerto, o policiamento e a colocação de grades. Mas isso não basta.Quase sempre as medidas coercitivas e paliativas parecem reforçar, apenas, a violência escolar. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">São nas crenças, atitudes e reações dos mestres e na descrição do que se passa efetivamente na ambiência escolar que um novo olhar de todos nós, educadores, pais e poder público, deve ser proativo e, desde logo, vale começar por uma questão fundamental: de onde vem a violência? E, em seguida, levantar dúvidas do tipo: onde há a exclusão social se manifesta de modo mais acentuado a violência escolar?<span>  </span>Onde as causas? Onde as soluções?</span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span> </span>As respostas que nos vem à consciência nos mostra que as escolas não ficam isoladas <span> </span>do contexto social uma vez que, realmente, estão muito próximas das famílias e da sociedade. A escola, para lembrar Louis Althusser, é o principal aparelho ideológico do Estado. As boas experiências de superação da violência escolar sairão, pois, do interior dos <span> </span>próprios estabelecimentos de ensino.</span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Os gestores escolares sabem que medidas tradicionais como gradeamento, vigilância e policiamento, a médio ou longo prazos, não são suficientes nem atingem os <span> </span>pontos centrais do problema da violência escolar ou urbana.</span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span> </span>Se tomarmos, como referência a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), a Lei 9.394/96, <span> </span>ela, ao certo, dar-no-á pistas para uma resposta mais contumaz e convincente para a violência escolar. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O artigo 22, da LDBEN, referindo-se à educação infantil, ao ensino fundamental e médio, estabelece que é tarefa das instituições de ensino assegurar aos alunos a formação para cidadania e fornecer-lhes meios para progredir no trabalho, nos estudos posteriores e na vida. <span> </span>Agora, novos questionamentos: a escola tem cumprido esta missão? A escola tem se preocupado em formar os alunos para viver em sociedade, a saber-estar na vida social, ou tem se limitado a repassar conteúdos curriculares? </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Sei que nada disso é fácil. E a primeira tarefa é sairmos do discurso ou espírito da Lei e ingressarmos na ação concreta. Então, com o fim de colaborar nessa missão, eis algumas sugestões ou passos<span>  </span>em direção<span>  </span>ao que chamaria aqui de <strong>práxis cidadã</strong>. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O primeiro passo para uma práxis cidadã, certamente, pode ser o de seguir alguns procedimentos de gestão participativa como, por exemplo, o de ouvir todos os segmentos envolvidos na comunidade escolar, em especial, os alunos.</span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O segundo passo é o de explicitar as contradições existentes na escola. Um terceiro passo é o de trabalhar as contradições internas da escola para que, em quarto momento, possa propor melhorias para as relações humanas. Um quinto procedimento é o de organizar comissões para aprofundar as discussões sobre violência e sobre a segurança possível na escola, no bairro, na cidade. E, por fim, duas ações são fundamentais para uma escola com menos violência e mais cidadania: os gestores devem abrir as escolas para dentro e para fora, inclusive aos finais de semana, e fazer funcionar, sem medo, e <span> </span>efetivamente, <span> </span>as estruturas democráticas das escolas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A atuação de cada docente pode se materializar em projetos especiais nas escolas públicas. Como professor de língua materna, sem hesitação, montaria um projeto “ Ler Mais para uma Vida Melhor”. Sim, começar, pela leitura. Não é, <span> </span>por certo, um projeto original, mas, para o modelo de escola que temos no Brasil, não há dúvida de que há de ser inovador, um novo olhar sobre a problemática escolar. Um bom exemplo (e é bom imitar o que é bom) é o projeto <strong>Círculos de Leitura</strong>, do Instituto </span><span class="MsoHyperlink"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#0000cc;">Fernand Braudel</span></span></span></span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">, com grande atuação em Diadema, São Paulo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O nome do Instituto é inspirativo: </span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="PT">Fernand Braudel</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="PT">, um historiador francês e um dos mais importantes representantes da Escola dos Annales. Esta escola foi pioneira na abordagem de um estudo de estruturas histórias de longa duração nos eventos. Conhecer a história é, de alguma maneira, conhecer a geografia, cultura material, as <em>mentalidades</em> e a psicologia da época.<span>  </span>Da mesma forma, conhecer a violência urbana ou escolar é algo que extrapola histórica, social e juridicamente a questão da segurança pública e <span> </span>nos conduz ao campo dos valores, crenças, </span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">maneira de pensar, disposições psíquicas e morais da coletividade. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Pois bem. As atividades do Instituto começaram assim: um grupo de estudiosos da problemática social, ao conduzirem pesquisas de campo nas escolas públicas da periferia da Grande São Paulo, em 1999, documentaram a falta da prática da leitura, reflexão e debate no cotidiano da sala de aula. A partir do diagnóstico, desenvolveram uma política de apoio às bibliotecas escolares, através de mutirões e capacitação de voluntariado em parceria com a comunidade escolar. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;margin-right:11.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O método da Fundação Fernand Braudel é fantástico, por sua simplicidade e eficácia e, mais do que isso, por seus resultados.<span>  </span>Eles <span>trabalham com grupos pequenos e interativos </span>de educadores pagos e voluntários <span> </span>que trabalham de forma interativa com grupos de 10 a 15 jovens. Com esta medida, o Instituto oferece melhores condições para o jovem dialogar e formar vínculos com outros alunos e professores. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;margin-right:11.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Outra interessante atividade é o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem a partir da leitura de t<span>emas universais e clássicos da literatura. Vale destacar que trabalham </span>com obras literárias que trazem em suas <span> </span>histórias (e estórias) temas universais, com que o jovem pode se identificar, ampliando seu repertório cultural e relacionando suas experiências com relatos que sobrevivem ao tempo. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;margin-right:11.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Entre as atividades de lectoescrita, a Fundação <span> </span>faz um trabalho de desenvolvimento da leitura em voz alta e em grupo. A Fundação acredita, e isso é verdade, que para aquisição da</span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> capacidade cognitiva, alunos necessitam de instrução efetiva em cinco áreas: fonêmica, fonética, fluência, vocabulário e compreensão do texto. Em pequenos círculos, participantes se alternam lendo em voz alta e parando periodicamente para discutir sobre o significado dos trechos lidos. <span>     </span></span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;margin-right:11.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Ainda no campo da lectoescrita, os voluntários da Fundação Fernand Braudel desenvolvem atividades como produção textual </span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">para que o aluno reflita e escreva sobre o que foi lido e discutido em grupo. As redações desenvolvidas durante as sessões do Círculo são utilizadas para acompanhar o progresso de cada aluno e do grupo. Ao final de cada encontro, os participantes lêem e refletem sobre os conteúdos dos poemas e textos encontrados ou escritos por eles.</span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;margin-right:11.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Por fim, outras ações da Fundação, não menos significativas, são a participação voluntária do jovem, </span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">peça-chave para a construção de sua cidadania, e sua contribuição na melhoria das condições do espaço escolar. As <span>atividades culturais também têm lugar na missão da Fundação. São elas que auxiliam </span>no aprendizado do jovem e ampliar seu universo de referência cultural a partir das obras lidas, além de organizar atividades e passeios culturais, incluindo visitas a bibliotecas, parques <span> </span>e teatros. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span> </span><span>        </span>O que sei, depois de duas décadas de magistério, é que a privação da leitura interfere no desenvolvimento da personalidade dos alunos. Um sem-leitura é como um sem-terra sem a posse legal da terra em que vive e trabalha. Um aluno sem leitura não compreende os códigos lingüísticos e sociais e, o mais grave, não sabe interpretar, naquela visão paulofreiriana, a vida em sociedade. Não é à toa que um aluno sem-leitura é rechaçado e rechaçador, triste e deprimido, agressivo e angustiado, potencialmente um excluído do convívio social. . </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>         </span>Numa sociedade de informação, ler ou escrever bem é condição de superação da desigualdade social. A leitura vai além do repertório de palavras que brotam do alfabeto.<span>  </span>Ler é compreender, interpretar, descobrir, criar e, sobretudo, desfrutar do reino do conhecimento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<address><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Vicente Martins é professor da Universidade Estadual Vale do Acaraú(UVA), de Sobral, Estado do Ceará.<strong> </strong></span></address>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The Pillowman]]></title>
<link>http://detodoslosdias.wordpress.com/?p=807</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 22:48:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>maria petraglia</dc:creator>
<guid>http://detodoslosdias.wordpress.com/?p=807</guid>
<description><![CDATA[Ya sabemos que le encuentro un &#8220;sabor especial&#8221; a las noches de estrenos teatrales. La d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ya sabemos que le encuentro un "sabor especial" a las noches de estrenos teatrales. La de este Jueves no fue la excepción. La excusa para desafiar el sueño y el frío? The Pillowman...El Hombre Almohada.</p>
<p>Hace mucho que no veía una comedia negra con tan buen libro. Lejos, la mejor obra que vi en el año. Saldrá conforme...pero no pretenda entrarle a la cena recién salidos de la función. Hay demasiada tensión como para poder mover las mandíbulas de buenas a primeras.</p>
<p>Teatro lleno. Cuando apareció en el centro del escenario el protagonista, sin siquiera haber hecho un gesto, ya se llevó un aplauso. Con el pasar de los minutos se lo ganó.</p>
<p>Algunas señoras murmuraban cosas por lo bajo...eran frases que contenían, en el sujeto o en el predicado, el nombre "Pablo". Después osamos decir que los hombres son "babosos"? Permítanme una deslealtad al género...pero en ninguna función vi a un hombre camouflando la cámara de su teléfono celular para poder tomarle una foto a alguna actriz...y acá algunas se animaron hasta al flash.</p>
<p>Era Jueves, día de terapia. La terapia de por si me da sed...sumémosle que quedé con la lengua afuera porque pensé que no llegaba...tomé más de 1 litro de agua antes de entrar. En el entreacto escuché "vamos al baño a sacarle una foto a la esposa del actor". Qué feeeeeoooooooo!!!! Me quedé sentada para no ser incluída en el grupo de gente desubicada. Es que ya no se puede ir al sanitario tranquila si trabajás en la tele?</p>
<p>En el saludo del final tomé estas fotos sólo como muestra de haber estado y, ojalá, como incentivo para que la gente siga yendo a ver la obra.</p>
<p>Realmente, muy buena...</p>
<p>María, creo que la semana que viene voy de nuevo..."alguien" me dijo "<span style="font-style:italic;">tía, creo que me va a gustar la obra...llevame cuando quieras</span>"...me puedo negar? Nooooo...</p>
<p><a href="http://s264.photobucket.com/albums/ii177/mariapetraglia/?action=view&#38;current=Foto1.jpg" target="_blank"><img src="http://i264.photobucket.com/albums/ii177/mariapetraglia/Foto1.jpg" border="0" alt="Photobucket" /></a></p>
<p><a href="http://s264.photobucket.com/albums/ii177/mariapetraglia/?action=view&#38;current=Foto2.jpg" target="_blank"><img src="http://i264.photobucket.com/albums/ii177/mariapetraglia/Foto2.jpg" border="0" alt="Photobucket" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Atrás dos Olhos das Meninas Sérias]]></title>
<link>http://bibliotecaescoladaserra.wordpress.com/?p=80</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 22:29:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Felipe</dc:creator>
<guid>http://bibliotecaescoladaserra.wordpress.com/?p=80</guid>
<description><![CDATA[     Quem esteve antenado na programação do FIT pode conferir a peça &#8220;Atrás dos Olhos ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>     Quem esteve antenado na programação do FIT pode conferir a peça "Atrás dos Olhos das Meninas Sérias" na Casa do Conde, com a direção de Juarez Dias e com Léo Quintão e Neise Neves no elenco. O espetáculo conta a história de Ana, uma mulher obcecada que durante muito tempo guardou mágoa e ressentimento de seu ex-marido. Mas um dia ela decide "falar" (falar, falar, falar, falar), rapta o tal que originou todo esse rancor e o tortura física e verbalmente, expondo para o público suas experiências sexuais e amorosas. Nessa peça, futuro se confunde com o presente que se confunde com o passado, quando então, mais um tema é abordado: a loucura.</p>
<p>      É um espetáculo excelente que vale muito a pena assistir!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mejorcita de lo mío]]></title>
<link>http://elmejordelosmundosposibles.wordpress.com/?p=10</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 18:17:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>faceglass</dc:creator>
<guid>http://elmejordelosmundosposibles.wordpress.com/?p=10</guid>
<description><![CDATA[Descubrí el teatro en el colegio, cuando nos llevaban tres veces al año a ver &#8220;El Gato con B]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;">Descubrí el teatro en el colegio, cuando nos llevaban tres veces al año a ver "El Gato con Botas" en un escenario de cartón piedra.  Pero una chica de 16 no suele tener un duro, y si lo tiene, se lo gasta en una cerveza. Y una de 23 tampoco tiene demasiados euros, y si los tiene, se marcha de viaje a Turquía. Así que me he pasado la vida lamentándome de lo poco que iba al teatro, de lo díficil que es llevar a la gente, de lo caro que era y bla, bla, bla. Un día vino la "justicia anti-lamentos" a visitarme, encarnada en mi curro en la revista: ahora puedo ir al teatro todo lo que quiera. Y he redescubierto lo mágico que es ver a personas creando mundos de dos horas, mundos irrepetibles que nacen y mueren en cada representación. Hombres y mujeres desnudando el alma por un rato. Y también me he dado cuenta de lo quejica que soy. El teatro no es caro, sólo hay que entrar en<a href="http://www.atrapalo.com/"> Atrapalo.com</a> para darse cuenta que cuesta lo mismo, o incluso menos que una carísima entrada de cine.<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/YYD0wVkP5k0'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/YYD0wVkP5k0&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:left;">Estoy de estreno. Inauguro la sección "Teatro y otras farándulas". Lo hago con <a href="http://www.laescapista.com/">"Mejorcita de lo mío"</a>. Obra que, a mi juicio, es una de las mejores propuestas que se han visto en esta temporada.  Estará en la <a href="http://www.teatrotriangulo.com/">Sala Triángulo</a> hasta el 27 de Julio (luego se va de gira), la entrada cuesta tan sólo 9 euros y es Teatro del de verdad. No suelen gustarme las mayúsculas pero Pilar Gómez, actriz y autora,  las merecen.  ¿Quién soy yo?, ¿qué hago en la vida?, ¿qué he hecho yo para merecerme esto? Estos tópicos se atan y desbaratan en la conversación de Pilar a Pilar, de Pilar con Pilar. Uno nunca sabe quién es. Son los demás los que le dicen quién y qué es. Y como todos dicen algo distinto y no paramos de oir voces y más voces, por pocos que sean nuestros años acabamos por no saber en absoluto quiénes somos. Un repaso a las heridas que nos deja la vida, a las etapas por las que pasamos, a nuestros dramas y a cómo nos enfrentamos a ellos. Si algo es "Mejorcita de lo mío" es un canto al optimismo, una declaración de que éste es el mejor de los mundos posibles. Que ya voy mejoricita de todo lo que se me eche, que el caldo de la pena una se lo come con pan. Para que pase mejor.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Zoo Story]]></title>
<link>http://nabaopenlab.wordpress.com/?p=6</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 17:56:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>dottavi</dc:creator>
<guid>http://nabaopenlab.wordpress.com/?p=6</guid>
<description><![CDATA[Pur conscio di essere un po&#8217; &#8220;fuori tema&#8221;, volevo citare quest&#8217;opera del 195]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://nabaopenlab.files.wordpress.com/2008/07/tuxedomoon_zoo-story.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7" style="margin-left:5px;margin-right:5px;" src="http://nabaopenlab.wordpress.com/files/2008/07/tuxedomoon_zoo-story.jpg?w=130" alt="" width="130" height="130" /></a>Pur conscio di essere un po' "fuori tema", volevo citare quest'opera del 1958, di <a href="http://it.wikipedia.org/wiki/Edward_Albee">Edward Albee</a>. Quel che si può <a href="http://www.enotes.com/zoo-story">leggere su eNotes</a> riassume bene:</p>
<blockquote><p><em>The story, in simplest terms, is about how a man who is consumed with loneliness starts up a conversation with another man on a bench in Central Park and eventually forces him to participate in an act of violence.</em></p></blockquote>
<p>Io l'ho conosciuta anni fa grazie al <a href="http://www.lastfm.it/music/Steven+Brown/Zoo+Story+-+Original+Soundtrack+Album">soundtrack</a> realizzato dai <a href="http://www.myspace.com/tuxedomoon">Tuxedomoon</a> per una versione ambientata invece in una stazione della metropolitana di New York. Mai riuscito a vederlo, of course, ma l'ho sempre trovato un'idea intensa e coinvolgente.</p>
<p>Lo segnalo perché mi sembra uno di quei soggetti teatrali che si prestano a mille reintepretazioni e riedizioni, e forse può essere utile come spunto.</p>
<p>E non manca mai di colpirmi, ovviamente in positivo, il fatto che grazie a YouTube e similari c'è una riemersione così forte di questi contenuti molto di nicchia, certamente fuori dal <em>mainstream</em>. In <a href="http://www.youtube.com/results?search_query=tuxedomoon+zoo+story">questa pagina</a> i risultati di ricerca, dove si vedono le tante versioni realizzate da università e gruppi i più disparati. Ancora una volta la dimostrazione di quanto sia importante questa piattaforma di sperimentazione.</p>
<p>Altrettanto dicasi per <a href="http://www.enotes.com/">eNotes</a> stesso: si descrive come "a comprehensive educational resource used by millions of teachers and students. We have thousands of <a href="http://www.enotes.com/guides/lit">literature study guides</a>, <a href="http://www.enotes.com/guides/lesson-plans">lesson plans</a>, <a href="http://www.enotes.com/guides/criticism">literary criticism</a>". Come a dire che a condividere può anche essere una cosa molto seria.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Enoch Arden,melologo di Strauss per l'Associazione "A.Scarlatti"]]></title>
<link>http://musicarteatro.wordpress.com/?p=114</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 17:52:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>susannacanessa</dc:creator>
<guid>http://musicarteatro.wordpress.com/?p=114</guid>
<description><![CDATA[
 10 luglio 2008, ore 19,30
l&#8217;Associazione &#8220;Alessandro Scarlatti&#8221; di Napoli
per la]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://susannacanessa.files.wordpress.com/2007/03/p7230087.JPG" alt="spiaggia" width="450" /></p>
<p align="center"><strong> 10 luglio 2008</strong>, <strong>ore 19,30</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>l'Associazione "Alessandro Scarlatti" di Napoli</strong></p>
<p align="center">per la Rassegna</p>
<h3 style="text-align:center;">"Voci nel chiostro"</h3>
<p style="text-align:center;">Chiesa di San Marcellino e Festo</p>
<p align="center">presenta</p>
<h2 style="text-align:center;"><strong>ENOCH ARDEN</strong></h2>
<p align="center">Melologo per pianoforte e voce recitante, op. 38<br />
Musica di <strong>Richard Strauss</strong>, testo di <strong>Alfred Tennyson</strong><br />
Elaborazione  per violoncello e pianoforte di <strong>Gaetano Panariello</strong><br />
Traduzione italiana e adattamento  di <strong>Bruno Cagli</strong></p>
<p style="text-align:center;">con<strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Duo "Jacqueline du Pré"</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong> Susanna Canessa</strong>, violoncello – <strong>Natale Palena</strong>, pianoforte</p>
<p style="text-align:center;"><strong> Annie Pempinello</strong>, voce recitante</p>
<p align="justify">Nato dalla penna del più illustre dei poeti vittoriani, Enoch Arden fu pubblicato come poema in versi nel 1864, riscuotendo subito tale successo da divenire un vero best seller. R. Strauss lo riprese alla fine del secolo nella traduzione tedesca di A. Strodtmann per farne una suggestiva recitazione per voce sola e pianoforte (“melologo”, in italiano; “Melodrama”, o “Monodrama”, in tedesco).<br />
La prima rappresentazione avvenne nel Mathildensaal di Monaco il 24 marzo 1897, al piano lo stesso Strauss, con Ernst von Possart, famoso attore, amico di Strauss e dedicatario dell’opera, nel ruolo di narratore. Il successo trionfale rinfocolò l’interesse (peraltro mai sopito) per Enoch Arden, e fece sì che per altri quarant’anni lo stesso soggetto venisse riproposto a più riprese da vari compositori e librettisti nei teatri europei. (Nella sola Germania fra il 1864 e il 1914 se ne pubblicarono dodici diverse traduzioni).</p>
<p align="justify">Enoch Arden: <strong>Il soggetto</strong><br />
Racconto commovente e dolcissimo, Enoch Arden narra la storia di tre fanciulli, Enoch (“un rude figlio di marinaio reso orfano da un naufragio”), Philipp (“il figlio unico del mugnaio”), ed Annie (“la ragazzina più graziosa nel piccolo porto”) che spesso giocano insieme sulla spiaggia tra i relitti portati dal mare. Divenuti adolescenti Enoch e Philipp s’innamorano di Annie. Ella a Philipp preferisce Enoch - divenuto a sua volta marinaio - e lo sposa. Un giorno però Enoch s’imbarca per un lungo viaggio... Ne nasce una bellissima storia, semplice, dai contorni netti ma interiormente travagliata, con uno schietto sapore di leggenda.</p>
<p>L'arte sofisticata di Tennyson (definito il più grande word painter della letteratura inglese) allestisce per l'ascoltatore una regia di immagini e di simboli che, affacciandosi morbidamente dal tessuto della trama si snodano con efficacia avvolgente attraverso un ritmo che ha la naturalezza di una sapiente sceneggiatura. Sullo sfondo il mare, col suo muggito inquietante e ossessivo, fa da cornice alle vicende dei protagonisti e incarna la natura profonda, ineluttabile, dei sentimenti e del destino.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Benito ante de Juárez]]></title>
<link>http://suplementosabado.wordpress.com/?p=262</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 16:26:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>suplementosabado</dc:creator>
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<description><![CDATA[María Teresa Adalid
Sección cultura
 
El teatro es la posibilidad de apelar a la memoria, acudir ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-TRAD"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">María Teresa Adalid</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-TRAD"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Sección cultura<a href="http://suplementosabado.files.wordpress.com/2008/07/benito-antes-de-juarez.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-263" src="http://suplementosabado.wordpress.com/files/2008/07/benito-antes-de-juarez.jpg?w=300" alt="" width="300" height="200" /></a></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;" lang="ES-TRAD"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;" lang="ES-TRAD"><span style="font-family:Times New Roman;">El teatro es la posibilidad de apelar a la memoria, acudir a los recovecos de la Historia y confrontar la ‘verdad’ oficial.<span>  </span></span></span></p>
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<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;" lang="ES-TRAD"><span style="font-family:Times New Roman;">El Fénix Producciones bajo la dirección de Esteban Castellanos lleva a la escena el diálogo-debate entre Benito Juárez y La Patria con los nexos que existen entre un pasado y nuestro presente donde predomina la desigualdad. <em>Benito antes de Juárez</em> es la historia de un hombre nacido en cuna de agricultores, cuya lengua zapoteca pronto se acompañó de la enseñanza del latín, y tras su influencia en un seminario y estudios en el Instituto de Ciencias y Artes de Oaxaca, alcanzó la presidencia del país, ingresando con ello a las altas esferas sociales.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;" lang="ES-TRAD"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;" lang="ES-TRAD"><span style="font-family:Times New Roman;">El planteamiento apela a la concepción primigenia del teatro: el enfrentamiento del actor con el espectador, Juárez (Esteban Castellanos) y Patria (Guillermina Campuzano), a la espera de que el receptor, situado en un espacio íntimo, en algún momento infiera verbalmente sobre la línea del tema (poca probabilidad porque en el teatro se ha enseñado por años a permanecer en silencio al sentarse en la butaca, así como a nivel social, a no participar activamente en las decisiones del país). Así pues, ¿podrá ser el teatro el medio que impulse un cambio radical en la actitud de los ciudadanos?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;" lang="ES-TRAD"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;" lang="ES-TRAD"><span style="font-family:Times New Roman;">La historia en general es clara y directa a la realidad social mediante un diálogo con una sociedad desquebrajada, oprimida por el poder, pero sobre todo haciendo énfasis en la conformidad colectiva. Atmósferas de tremenda significación considerando las desavenencias políticas que constantemente impiden el desarrollo individual y colectivo de la sociedad, donde el estado de conformismo por parte de los ciudadanos, aceptación de chantajes y manipulación resulta inverosímil. La situación versa sobre hechos anecdóticos y ficticios que parten del plano subjetivo de Benito Pablo Juárez García, y contemplan el abandono a su mujer, su relación con el clero, el encarcelamiento por defender a unos pobladores y la ejecución de justicia e igualdad como objetivo inicial en su carrera política.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;" lang="ES-TRAD"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;" lang="ES-TRAD"><span style="font-family:Times New Roman;">Lo interesante sucede en la incursión del espectador, que no queda en la periferia de atender un espectáculo; ES el ciudadano que habita el mundo que se le presenta y que encuentra lugares comunes en frases gastadas como: “Gordos, prietos, chaparros y con atole en las venas”, parte recurrente de nuestra cotidianeidad cuando se trata de descalificar con banalidad al otro. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;" lang="ES-TRAD"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;" lang="ES-TRAD"><span style="font-family:Times New Roman;">En el planteamiento del montaje, el Benito primerizo expone debilidades, su origen humilde en el campo y el complejo por su tez y corta estatura. La oposición, comprende la era del Benito ‘superado’ a sus complejos (algo extenso en el desarrollo) que espera la respuesta de la no resignación. Su discurso se desprende como la voz de la conciencia, dirigida a la reflexión, lucha por la igualdad y educación. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;" lang="ES-TRAD"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;" lang="ES-TRAD"><span style="font-family:Times New Roman;">El dramaturgo Edgar Chías conoce el manejo del lenguaje y juega con sus matices, ofrece fragmentos poéticos, bien estructurados, hasta diálogos coloquiales, sobre todo en relación actor-espectador, y que ayuda para que una obra con temática histórica se digiera fácilmente y no se convierta <span> </span>en un somnífero, sobre todo si se piensa en un público de teatro escolar.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;" lang="ES-TRAD"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;" lang="ES-TRAD"><span style="font-family:Times New Roman;">La estética de Felipe Lara es minimalista, por lo que intensifica la presencia de los actores, con un trazo simple sobre el marco de tablero de ajedrez, en contraposición de colores, blanco y negro, alusivo a la dualidad y elección en el tablero de la vida. La música de Huehuetl mixteco y flautas ejecutadas por el grupo Tribu, evocan armonías milenarias y de mucha mexicanidad; la iluminación de César Piña juega con los contrastes de luz y sombra concernientes a universos de profundidad y de reflexión interior hasta la envolvente luz de sala.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;" lang="ES-TRAD"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;" lang="ES-TRAD"><span style="font-family:Times New Roman;">Esteban Castellanos es un actor con la virtud de no repetir sus personajes, cuestión que se agradece profundamente. Su propuesta anterior, <em>Niños perdidos</em>, basado en el cuento “A los pinches chamacos”, de Francisco Hinojosa, ofreció diversas voces del maltrato infantil. Es justo destacar su sensibilidad y capacidad histriónica para asumir la esencia del personaje y los hechos que el texto sugiere para inundar la escena en un tono sobrio y medido. Guillermina Campuzano, con previa actuación en <em>Antígona</em>, y <em>Martina y los hombres de pájaro</em>, acompaña el trayecto como Patria-Destino, Juana Rosa, y la siempre imperante herencia guadalupana en nuestro país. <span> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;" lang="ES-TRAD"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;" lang="ES-TRAD"><span style="font-family:Times New Roman;">Es así, como el deber político e histórico, conduce a un huérfano hasta la consagración de su figura en bronce como efigie laureada, cuya figura marmoteada parece culpar a todos, menos a sí mismo...<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;" lang="ES-TRAD"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;"><em><span style="font-size:14pt;" lang="ES-TRAD">Benito antes de Juárez</span></em><span style="font-size:14pt;" lang="ES-TRAD"> se presenta hasta el 20 de julio, los jueves y viernes a las 20:00 horas, sábados a las 19:00 horas y domingos a las 18:00 horas, en el Foro de las Artes del CNA.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;" lang="ES-TRAD"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-TRAD"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">*Fotografía: Arturo López</span></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CÓDIGO E LINGUAGEM, METALINGUAGEM por décio pignatari]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2721</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 15:52:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2721</guid>
<description><![CDATA[Vê-se por aí que código e linguagem são basicamente uma e mesma coisa, a ponto de podermos dizer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:10pt;">Vê-se por aí que código e linguagem são basicamente uma e mesma coisa, a ponto de podermos dizer que o Português é um código, e o Inglês, outro. O que não impede que, sem certas circunstâncias, e para maior clareza, se faça uma distinção entre linguagem e código, como o faz Colin Cherry. Para ele, linguagem é "um vocabulário (de signos) e o modo de usá-los", um conjunto de signos e regras, tais como os que usamos na conversação diária, de um modo altamente flexível e, até, bastante "ilógico". As mensagens podem ser codificadas quando já expressas por meio de signos (letras, por exemplo); então, uma codificação seria uma transformação, geralmente unívoca e reversível, por meio da qual mensagens podem ser convertidas de um conjunto de signos para outro. O código semafórico e o código dos surdos-mudos – melhor ainda, o Código Morse – representam exemplos típicos. Dessa forma, as linguagens teriam um longo desenvolvimento orgânico, enquanto que os códigos seriam inventados para algum fim específico e sujeitos a regras explícitas. A verdade, no entanto, é que na medida em que se introduz a ambigüidade num código – ou seja, quando a sua reversibilidade não é perfeita – ele começa a tingir-se de certas características de linguagem, ou melhor, de língua.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:10pt;">De outra parte, convém fazer a distinção entre língua e linguagem, ainda mais quando vemos que, em Inglês e Francês, as palavras "language" e "langage" são tomadas como sinônimos de "língua", Por esta razão, no que nos toca, consideramos as línguas como manifestações particulares, fundamentais embora, da linguagem, e a Lingüística como um ramo da Semiótica, que pode, assim, ser considerada como a Linguagem (ou: princípios gerais que comandam toda e qualquer manifestação da linguagem).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:10pt;">No estudo da linguagem, uma última distinção se faz ainda necessária: entre linguagem-objeto e metalinguagem. Linguagem-objeto é a linguagem que se estuda; metalinguagem é a linguagem com que se estuda, é a linguagem instrumental, crítico-analítica, que permite estudar a linguagem-objeto sem com ela se confundir. Ou ainda: quando a linguagem-objeto se volta sobre si mesma, ela tende a ser metalinguagem, beneficiando-se da fenomenologia. Este fenômeno é particularmente notável nas revoluções artísticas e de "design" (Dada, neoplasticismo e pop, nas artes visuais; dodecafonismo, música serial e eletrônica, na música; "nouvelle vague", no cinema; Mallarmé, Joyce, Pound, poesia concreta, na literatura; a revista Mad em relação às linguagens dos meios de comunicação de massas; Mies Van Der Rohe, na arquitetura).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:10pt;">Segue-se daí que toda metalinguagem é marcadamente sintática, formal, estrutural. É por ignorância deste fato e pela tendenciosa e hegemônica formação cultural de tipo lingüístico (melhor dizer literário), que a maior parte da chamada crítica de arte – literária, visual, musical, cinematográfica, arquitetônica – se manifesta "literária" e subjetivamente: carece de metalinguagem adequada (voltada que está, aristotelicamente, para o "conceito", o "conteúdo" a "significação"). O criador está por dentro da linguagem; o crítico, por fora. O criador se alimenta de raízes da linguagem; o crítico, de suas folhas, flores e frutos. O mesmo se diga dos professores de nossas universidades, ao abordarem o fenômeno artístico. A metalinguagem é um processo dinâmico, mas é comum ver como ela tende a se estratificar em código, confundindo-se então com o jargão técnico, especializado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;">Texto escrito em Janeiro de 1968.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;">                                                 </span></em><em><span style="font-size:10pt;"><a href="http://palavrastodaspalavras.files.wordpress.com/2008/07/carpe-diem-foto-da-capa.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2722" src="http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/files/2008/07/carpe-diem-foto-da-capa.jpg" alt="" width="307" height="448" /></a></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;">     coletânea CARPE DIEM. Curitiba.</span></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rapidinhas...iii]]></title>
<link>http://mindmakers.wordpress.com/?p=137</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 15:24:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rui Peres</dc:creator>
<guid>http://mindmakers.wordpress.com/?p=137</guid>
<description><![CDATA[Então aqui fica a minha sugestão para logo à noite. Para quem é de Braga e para quem tem hipóte]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Então aqui fica a minha sugestão para logo à noite. Para quem é de Braga e para quem tem hipóteses de lá ir, fica aqui o meu convite. "As Vespas" de Aristófanes, promete meus senhores, promete. Ontem vi "As Bacantes" de Eurípides, que adorei, pena a companhia ser espanhola. Ou seja, não percebi metade. Mas gostei. A ver como hoje corre. Para quem estiver interessado, vai-se realizar no Museu de Arqueologia D.Diogo de Sousa.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rumorejando (Com a volta da inflação, cada vez mais o cinto apertando). - por josé zokner (juca)]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2710</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 13:16:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2710</guid>
<description><![CDATA[ 
PEQUENAS CONSTATAÇÕES, NA FALTA DE MAIORES.
Constatação I
Rico é bem-intencionado; pobre, é]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">PEQUENAS CONSTATAÇÕES, NA FALTA DE MAIORES.</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação I</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Rico é bem-intencionado; pobre, é faccioso.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação II</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Rico pondera; pobre, é leviano.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação III</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Fui defender minha liderança</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Dentro do meu doce lar</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Como após a tempestade</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Sobrevém a bonança</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">A também doce cara-metade</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Mandou, sem mais delongas,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Xingando-me de xongas*</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Eu, incontinente, pirar**.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">*Xongas = “coisa nenhuma, nada” (Houaiss).</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong><span>** </span></strong><span>Pirar<strong> = “</strong>R</span><span>etirar-se discretamente, cair fora, dar o pira” (Houaiss).</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação IV</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Em certos países, os assaltantes matam como se fosse a coisa mais corriqueira do mundo. Pelo jeito, pra quem não se importa com o fato, também...</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação V</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>Deu na mídia: “</span><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT">IBGE: mortalidade infantil caiu 64% de 1980 a 2006”. <strong>Rumorejando:</strong> Imortalidade de deputados e senadores não caiu. Sempre foi de 0%. Salvo rarísssimas (assim mesmo, com três esses para enfatizar o fato...) exceções, alguém se lembra de algum deputado e/ou senador que mereça os encômios da nação?</span></span><span class="cnoticia"><strong><span></span></strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><strong><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação VI (“Poesia” do cotidiano).</span></span></span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Ponderou com a patroa</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Que a comida não tava boa.</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">“Vai comer no boteco da esquina</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Lá o ‘Jesus me chama’</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">É iguaria fina,</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Recheada com salmonela,</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Cozida numa suja panela.</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Aí, você cai de cama</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">E, mais depois, finado, </span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Nunca mais reclama</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Do meu suculento</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Cardápio de ensopado</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Preparado com esmero</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Em fogo lento</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">E sem exagero</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Do meu preferido tempero”.</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Coitado!</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><strong><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação VII</span></span></span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Rico faz acordo; pobre, conluio*.</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT">*Conluio = </span></span><span class="cnoticia"><span lang="PT">“C</span></span><span>umplicidade para prejudicar terceiro(s); colusão, trama; ajuste maléfico” (Houaiss).</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação VIII</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Não se pode confundir <strong>desperto </strong>com <strong>esperto</strong> até porque tem que ser <strong>esperto</strong> para adormecer, quer dizer não <strong>desperto</strong> quando se ouvem discurso de político e/ou as empulhações em época do horário gratuito. E, que fique bem claro, de todos os partidos, sem exceção. A recíproca é como é e tá acabado. Tenho democraticamente dito.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação IX</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">A pedido do meu dentista</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Fiz uma panorâmica,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Um baita de um raio-x. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Eu não sou alarmista</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Mas a chapa revelada</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">De vermelho tava manchada</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">E me deixou assaz infeliz:</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Mostrou dois dentes de cerâmica,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Pontiagudos, assim como, também,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Os que lembram Frankenstein.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação X</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">“Só um segundo”,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Ela falou</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Ao telefone.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Ele esperou</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Sem estar insone</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Mas, com a demora</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">E o adiantado</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Da hora</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Caiu num sono profundo</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Quando acordou</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Só escutou</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Ti... ti... ti...</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Aí, incomodado</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Pôs-se a pensar</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Num raio, não o do círculo,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Nem o da circunferência,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Mas o “que a parta”,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Já que ela está de mim farta.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">E se pôs a cantar,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Da vida, fulo,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Sem muita paciência,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">O bolero “Sem ti”.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">E se sentindo no abandono</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Também um pobre dum mono,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Perdeu totalmente o sono.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">“Vou pôr os pingos no i”,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Pensou todo amuado.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Coitado!</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação XI (Subsídios para uma nova versão de uma velha marchinha de carnaval).</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Passou pela minha moleira,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">No fim duma segunda-feira</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Qual um vento numa veneta*,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Que o pirata da perna de pau</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Absolutamente não é perneta</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Tampouco, tem cara de mau.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="color:black;">*Veneta = “</span><span style="color:black;" lang="EN-US">impulso repentino”.</span><span style="color:black;"></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação XII</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Não se pode confundir <strong>balela</strong> com <strong>baleia</strong>, principalmente quando alguém conta que montou numa <strong>baleia </strong>e com o guarda-chuva aberto saiu velejando por mares nunca antes navegados. Não acreditem porque é uma <strong>balela</strong>. Afinal, não tem guarda-chuva que resista ao vento, sem virar no avesso, provocado por uma <strong>baleia</strong> singrando o oceano na velocidade que ela normalmente costuma...</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação XIII</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="color:black;">Deu na mídia: “</span><span lang="PT">Um em cada quatro casais no Japão não faz sexo, diz pesquisa”. Taí mais uma notícia de transcendental importância para o futuro da Humanidade. Salvo no lamentável caso de se generalizar pelo mundo afora, virando epidemia, endemia, pandemia, coisas assim desse jaez...</span><span style="color:black;"></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação XIV</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Amor, teu nome é ternura;</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Desamor, teu nome é agrura.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Benquerença, teu nome é doçura.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Desavença, teu nome é broxura</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação XV (Coitado!).</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Ela sempre cerzia</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">As meias do marido.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">O dedão, um dia,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Também ficou cerzido.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação XVI (Dúvida crucial, via pseudo-haicai).</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Dela, a terrível vendeta</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Foi exagerar na dose</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Da pimenta malagueta?</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação XVII (De diálogos um tanto burocráticos e um tanto rimados).</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">-“Quero que você me apronte</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">O teu atestado de residência”.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">-“A senhora tenha paciência,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Ainda to morando debaixo da ponte”.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong><span style="color:black;">E-mail:</span></strong><span style="color:black;"> </span><span><a href="mailto:josezokner@rimasprimas.com.br"><span style="color:windowtext;">josezokner@rimasprimas.com.br</span></a><span>  </span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span><strong><span style="color:black;"><a href="http://palavrastodaspalavras.files.wordpress.com/2008/07/slide6.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2711" src="http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/files/2008/07/slide6.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></span></strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span><span style="color:black;"></span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span><span style="color:black;">CHINA. logística no lixo reciclado. foto sem crédito. ilustração do site.</span></span></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ainda os Excomungados.]]></title>
<link>http://tagus.wordpress.com/?p=563</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 12:23:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tpglourenco Forcella</dc:creator>
<guid>http://tagus.wordpress.com/?p=563</guid>
<description><![CDATA[Ano 2008
Jovens actores tem em a coragem de no fim de um workshop de encenar uma peça original.
Exc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ano 2008</p>
<p><a href="http://www.freewebs.com/excomungados/elenco.htm">Jovens actores</a> tem em a coragem de no fim de um workshop de encenar uma peça original.</p>
<p>Excomungados mostra quase de uma forma solene, simples e eficaz algumas das temáticas que nos levaria a condenação eterna caso continuasse-mos a viver na ignorância, ou na normalidade que a sociedade nos tenta impor sem questionarmos.</p>
<p>Mas questionamos, aleluia por questionar-mos</p>
<p>O ambiente cénico criado improvisado e original (uma cruz fantasticamente funcional feita de mosaicos) por ex, está "cinematograficamente" muito bem conseguido.</p>
<p><a href="http://www.freewebs.com/excomungados/oencenador.htm">Exelente encenação</a>.</p>
<p>Ano 2008</p>
<p>Jovens actores mostram bem que o futuro está assegurado e que é algures por ali que o mundo se transforma.</p>
<p>Parabéns</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://www.freewebs.com/excomungados//photos/Fotos/Excomungados%20009%20copya.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hamlet]]></title>
<link>http://renatasim.wordpress.com/?p=83</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 10:36:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>renatasim</dc:creator>
<guid>http://renatasim.wordpress.com/?p=83</guid>
<description><![CDATA[Teatro é uma arte curiosa: retrato de uma época, palco para homens purgarem culpas, espaço para g]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Teatro é uma arte curiosa: retrato de uma época, palco para homens purgarem culpas, espaço para gente viva empostar a voz, arte morta e ultrapassada. No Século XXI, o da banalização da imagem, todas essas opiniões convivem. E depois são engolidas por aquilo que se vê.</p>
<p>Hamlet é peça de Shakespeare.  Confesso pouco contato com o texto além de  "ser ou não ser", "há algo de podre no reino da dinamarca", uma caveira na mão do coveiro e o quarteto fantasma-filho-rainha-rei. Isso foi uma grande vantagem.</p>
<p>Hamlet, o filho benditamente louco que a Dinamarca pariu, nos convida a seguir o percurso de sua demência e de seus atos esganados, enquanto expõe a retidão para cada passo que toma. Além disso, é uma declaração de amor ao teatro, já que é através de uma interpretação que a história começa a verdadeiramente tomar seu rumo.</p>
<p>Pode ser que nem todo Hamlet seja assim, mas o que está em cartaz aqui em SP é. A loucura e a razão são entregues de bandeja forçando o espectador a ficar estarrecido na cadeira. E a pensar.</p>
<p><a href="http://renatasim.files.wordpress.com/2008/06/hamlet042.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-87" src="http://renatasim.wordpress.com/files/2008/06/hamlet042.jpg?w=200" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p>Wagner Moura, aquele que dá credibilidade à campanha de loja popular, que nos brinda com o inesquecível vilão de novela das oito - até para quem não é noveleiro; que brilha no cinema, como Capitão Nascimento tem carisma. E culhão. Porque resolveu no meio desse furacão ser Hamlet. Personagem que dizem, põe um ator à prova, algo que os grandes atores devem fazer entre os 30 e 40 anos, mostrando maturidade e interpretação.</p>
<p><a href="http://renatasim.files.wordpress.com/2008/06/hamlet059.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-88" src="http://renatasim.wordpress.com/files/2008/06/hamlet059.jpg?w=200" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p>Ator no século XXI é como apresentadora de TV, qualquer um quer e pode ser. E são tantos, de Malhação `a Mutantes, que esquecemos que existe um bom ator (assim como bons apresentadores).</p>
<p>Wagner em cena escancara que ser bom ator não é para qualquer um. É para alguém que entenda que existe nuance, angústia e dificuldade. Que a voz pode ser escada para a construção de um magnífico personagem. Que o corpo e suas extensões são canais para o prazer de representar. O grande ator é um atormentado por natureza e definição.</p>
<p><a href="http://renatasim.files.wordpress.com/2008/07/hamlet068.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-90" src="http://renatasim.wordpress.com/files/2008/07/hamlet068.jpg?w=300" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>E tem de ser muito atormentado para decorar e interpretar e sentir os sem número de falas - pelo que soube, mais de 1500. E além disso sentir que aquelas frases enormes, aquele universo, também te pertencem.</p>
<p>Não é questão de acreditar ou ver, é a arte da empatia, o convencimento acreditado de que aquele que está na sua frente é de fato tudo aquilo que diz. Não é figurino que te faz sentir aquilo como seu, é a maneira como o ator se porta. Teatro é exposição, a pessoa na sua frente falando e babando "like a mad man", quase cuspindo, e você mal pisca. Aquele realismo vira fantástico pela sua veracidade.</p>
<p>Quem é rococó vai para os suntuosos figurinos, as músicas retumbantes. Não sei se isso é necessário e chego a acreditar que atrapalha a arte da abstração, que é o melhor que o teatro pode te oferecer. Te tirar do espaço platéia-palco e te convidar a participar.</p>
<p>Quem já é tão explicito em gestos e palavras e ações e intrigas como sheakespeare, pode ser despido dos luxos e vernizes. Incrivel e impecável, os atores são parte do cenário, todo aberto. Aliás, o elenco é o grande motivo pelo qual nenhuma suntuosidade em cenário e figurino são necessárias nessa montagem. Eles são o espetáculo. E há de se dizer que o diretor executa primorosamente uma grande idéia que envolve a presença e a ausência dos personagens em cena, mas não conto aqui para não estragar.</p>
<p><a href="http://renatasim.files.wordpress.com/2008/07/hamlet091.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-91" src="http://renatasim.wordpress.com/files/2008/07/hamlet091.jpg?w=300" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Esse Hamlet faz um convite a você gostar dessa arte, que virou marginal pela banalização e falta de cuidado com o que as pessoas são obrigadas a assistir. Porque teatro quando não é muito bom, é chato pacas. Mas Hamlet me lembrou que teatro quando é bom, é do caralho.</p>
<p>*a autora do texto avisa que nunca viu nada do Zé Celso. E tem um certo orgulho disso.</p>
<p>**Hamlet está em cartaz no teatro <strong>Faap</strong> - r. Alagoas, 903, São Paulo, tel. 0/xx/11/3662-7233 Quando: Sex. e sáb.: 20h Domingo: 18h. Até 28/9</p>
<p>*** fotos gentilmente cedidas por João Wainer</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Resumen de Romeo y Julieta (Acto V - Escena II)]]></title>
<link>http://alvarofelipe.wordpress.com/?p=376</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 01:17:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>alvarofelipe</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sinopsis:

Fray Juan le dice a fray Lorenzo que no pudo llevarle la carta a Romeo pues la guardia lo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sinopsis:</strong></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>Fray Juan le dice a fray Lorenzo que no pudo llevarle la carta a Romeo pues la guardia lo encerró creyendo que estaba enfermo. Fray Lorenzo, temeroso de las consecuencias le pide un azadón y se prepara para rescatar a Julieta.</em></p>
</blockquote>
<p><!--more--></p>
<hr />
<table style="text-align:left;width:100%;" border="0" cellspacing="2" cellpadding="2">
<tbody>
<tr>
<td><a href="http://alvarofelipe.wordpress.com/2008/06/16/resumen-de-romeo-y-julieta-acto-v-escena-i/">&#60;&#60; Escena anterior </a></td>
<td style="text-align:center;"><a href="http://alvarofelipe.wordpress.com/resumenes/romeo-y-julieta/">Índice</a></td>
<td style="text-align:right;">Fin de la obra &#62;&#62;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr />
<h3 style="text-align:center;">Escena III</h3>
<p style="text-align:center;"><strong>Celda de fray Lorenzo</strong></p>
<p style="text-align:center;"><em>(Fray Juan y fray Lorenzo)</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>FRAY JUAN</strong>. ¡Hermano mío!</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>FRAY LORENZO</strong>. Bienvenido de Mantua; ¿qué noticias traes de Romeo? Dame su carta, si es que te dio una.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>FRAY JUAN</strong>. Antes de partir a Mantua, busque a un fraile para que me acompañe. Lo encontré atendiendo a unos enfermos. Pero la ronda nocturna, al vernos salir de una casa de enfermos, temió que tuviéramos la peste, así que  sellaron las puertas y no nos dejaron salir. Por eso no pude ir a Mantua.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>FRAY LORENZO</strong>. ¿Y quién llevó la carta a Romeo?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>FRAY JUAN</strong>. Nadie: aquí la tengo. No pude encontrar siquiera quien te la devuelva.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>FRAY LORENZO</strong>. ¡Qué desgracia! ¡Por San Francisco! Y no era una carta inútil, sino de importancia vital. Este atraso puede ser funesto. Fray Juan, búscame en seguida un azadón.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>FRAY JUAN</strong>. En seguida, hermano.</p>
<p style="text-align:center;">(sale fray Juan)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>FRAY LORENZO</strong>. Tengo que ir al cementerio. Dentro de tres horas despertará Julieta y se enojará mucho conmigo porque no llegaré a tiempo con Romeo. Volveré a escribir a Mantua, y entre tanto la tendré en mi celda esperando a Romeo. ¡Pobre cadáver vivo encerrado en la cárcel de un muerto!</p>
<p style="text-align:right;"><em><strong>Álvaro Felipe</strong></em></p>
<hr />
<table style="text-align:left;width:100%;" border="0" cellspacing="2" cellpadding="2">
<tbody>
<tr>
<td><a href="http://alvarofelipe.wordpress.com/2008/06/16/resumen-de-romeo-y-julieta-acto-v-escena-i/">&#60;&#60; Escena anterior </a></td>
<td style="text-align:center;"><a href="http://alvarofelipe.wordpress.com/resumenes/romeo-y-julieta/">Índice</a></td>
<td style="text-align:right;">Fin de la obra &#62;&#62;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr />
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[a serpente]]></title>
<link>http://artefatok.wordpress.com/?p=102</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 00:50:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>k. sérgio gomes</dc:creator>
<guid>http://artefatok.wordpress.com/?p=102</guid>
<description><![CDATA[
 
Eu e o Nelson. Nelson e eu. Quando eu estou na fase do “mau-humor”, nada me dá mais consolo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;margin:0;"><a href="http://artefatok.files.wordpress.com/2008/07/a-serpente.jpg"><img class="size-medium wp-image-103  aligncenter" src="http://artefatok.wordpress.com/files/2008/07/a-serpente.jpg?w=300" alt="" width="325" height="199" /></a></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Eu e o Nelson. Nelson e eu. Quando eu estou na fase do “mau-humor”, nada me dá mais consolo ou alivia mais o estado de irritanção do meu espírito do que Nelson Rodrigues. Passei esse segundo bimestre indo para a faculdade em companhia de “A vida como ela é”, em vez de os tediosos textos de política, cultura brasileira e afins. Relapsa? Diria que não. Tentando, apenas, não enlouquecer com tantas provas e trabalhos.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">E para brindar as férias, recorri novamente ao Nelson, chamando para o brinde a minha companheira de reclamações <em><span style="text-decoration:line-through;">Maria</span></em> Izabel. A comemoração “viva as férias” foi no teatro TUCA com a peça “A Serpente”, último texto que anjo pornográfico escreveu. E nenhum texto era mais propício que esse. Essa é a peça mais curta (sessenta minutos) que Nelson escreveu, o que combinou muito meu atual, e já clichê entre muitos, lema de que “menos é mais”.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Duas mulheres se apaixonam pelo mesmo homem. Duas mulheres que são irmãs, que se casaram no mesmo dia e dividem o mesmo apartamento. Duas irmãs que se dizem capazes de morrer uma pela outra. Duas irmãs que são protagonizada por outras duas irmãs: Débora e Cynthia Falabella. Guida (Débora) tem um casamento feliz, Lígia (Cynthia) mantém a sua alcova imaculada – não por vontade própria e sim por uma... impotência do marido. E ao saber do desespero da Lígia, que sofre por ter um casamento infeliz e ouvir os gemidos da felicidade conjugal da irmã, Guia oferece uma noite à Lígia com seu marido, para ela possa sentir a felicidade que seu marido a proporciona.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Depois desse, como diria Rosângela Petta, <em>turning point</em>, as relações entre as personagens ficam cada da vez mais tensas. Na platéia, quem não enlouquece com os atores no palco, ri de nervoso em momentos que são extremamente dramáticos. Essas reações são resultados da perfeita sintonia entre os atores, que dão a intensidade necessária não só a seus personagens, mas para todo o texto colérico de Nelson. Mérito também da direção de Yara Novaes, que teve sacadas geniais. Por exemplo, dar voz (em microfones) aos pensamentos das personagens como se elas estivessem falando para um auditório – mas que eu interpretei como aquelas reuniões das Mulheres que Amam Demais.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Sessenta minutos passados, eu, extasiada, aplaudo. Izabel vira para mim, e define muito bem a peça em uma palavra: “Forte!”.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><strong>É arte:</strong> o cenário e o figurino de André Cortez. Nada de vermelho, preto ou nudez, como muitos preferem nas peças de Nelson Rodrigues. André optou por um figurino romântico e elegante, e em variações de rosa, azul e verde. O cenário versátil brinca com a visão/sensação de horizontal e vertical do público.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><strong>É fato:</strong> quase trinta anos depois da peça ter sido escrita (1980) as pessoas ainda se chocam, e muito. Risos e exclamações vindos da platéia não condiziam com a dramaticidade do texto e a loucura vivida pelas personagens. Parece que ainda não estamos preparados para ver os extintos e pensamentos mais obscuros do ser humano no palco.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p style="text-align:justify;">:: <a href="http://www.teatrotuca.com.br/programacao/programacao_serpentes.html" target="_blank">A Serpente</a>, de Nelson Rodrigues. Drama. Direção de Yara Novaes. 60 min. TUCA (Rua Monte Alegre, 1.024, Perdizes , tel. 3188-4156). 6ª e sáb. às 21h e dom. às 19h. Até 20/07. R$ 20.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vanesa González será Anna Frank]]></title>
<link>http://enescena.wordpress.com/?p=563</link>
<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 23:55:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>enescena</dc:creator>
<guid>http://enescena.wordpress.com/?p=563</guid>
<description><![CDATA[
La actriz de Son de Fierro y El Burdel de París se pondrá en la piel de la pequeña Anna en una v]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://enescena.files.wordpress.com/2008/07/anafrank.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-564" src="http://enescena.wordpress.com/files/2008/07/anafrank.jpg?w=300" alt="" width="300" height="258" /></a></p>
<p style="text-align:left;">La actriz de <em><strong>Son de Fierro</strong></em> y <em><strong>El Burdel de París</strong></em> se pondrá en la piel de la pequeña Anna en una versión de <em><strong>El diario de Anna Frank</strong></em> que dirige <strong>Elena Tritek</strong> y se estrena el 10 de julio en el Teatro Regina.</p>
<p style="text-align:right;">
Por Mariano D'Andrea<br />
<!--more--></p>
<p>Irrumpió en la televisión como <strong></strong> una de las alumnas de <strong>Gabriela Toscano</strong> en <em><strong>Media Falta</strong></em>. Ahí interpretaba a Eloísa, una chica humilde, con un padre machista y autoritario. Su historia fue creciendo. Tanto, que su romance de ficción con el personaje de <strong>Elías Viñoles</strong> terminó siendo uno de los ejes centrales de la tira.</p>
<p>Después, <strong>Adrián Suar</strong> volvió a convocarla para ser una de las protagonistas de la ficción más vista del año pasado: <em><strong>Son de Fierro</strong></em>. Este año, Vanesa dio el gran salto de la tira al unitario, interpretando a Vicky, la hija rebelde y monosilábica de <strong>Mercedes Morán</strong> en <em><strong>Socias</strong></em>.</p>
<p>Pero su talento y sus múltiples recursos la llevaron, también, a volver al teatro, el primer espacio que había transitado ya de la mano de su maestro, <strong>Lito Cruz</strong>. Fue así como este año protagonizó junto a <strong>Darío Arellano</strong> <strong>y Ana María Casó</strong> el musical <em><strong>El burdel de París</strong></em>.</p>
<p>Ahora, a los 21 años, por primera vez está a punto de interpretar nada menos que a la joven Anna, en <em><strong>El libro de Anna Frank</strong></em>.</p>
<p>En esta versión de la obra de<strong> Fances Goodrich</strong> y <strong>Albert Hackett</strong>, Vanesa estará acompañada por <strong>Norberto Díaz</strong> y <strong>Emilia Mazer</strong> -que interpretarán a sus padres- y será dirigida por <strong>Elena Tritek</strong>.</p>
<p>La obra <strong>se estrena el 10 de julio</strong> en el Teatro Regina.</p>
]]></content:encoded>
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